Direitos humanos: idoso

Segundo a coordenadora executiva do Programa de Atendimento à Terceira Idade, Maria José Sinhoroto, a maioria dos casos de violação de direitos contra os idosos acontece dentro das próprias famílias. Os números mostram que os agressores são os filhos homens e as vítimas são as mulheres.

“Quando consideramos o tipo de relação, vemos que 52% dos agressores, em 2007, foram os filhos e ao considerarmos o sexo do agressor, os homens ficam na frente, com 46% dos registros. Considerando a vítima, 67% dos casos envolve mulheres e de acordo com a idade, os maiores índices estão entre 71 e 80 anos.

Os tipos de abuso são vários. Entre eles estão agressões psicológicas, negligência, abuso sexual, financeiro e abandono. Além disso, também existem aqueles sofridos no meio social, como no trânsito e maus-tratos no ônibus. No topo da lista de maiores índices de 2007 estão os maus-tratos psicológicos, com 50% dos casos, e o abuso financeiro e econômico. 41%.

São considerados abuso financeiro e econômico, a apropriação do cartão de aposentadoria e não repassar o dinheiro para o idoso e fazer empréstimo em seu nome. “À vezes, ele fica doente por causa disso, porque deixa de comprar alimentação adequada ou algum remédio que seja necessário”, ressalta Maria José.

Já como abuso psicológico entende-se agressão verbal, a forma de se falar, com xingamentos ou gestos agressivos. “Geralmente, o abuso financeiro e o psicológico vêm juntos e estes dois ainda podem ser acompanhados da violência física”, explica ela.

A assistente social do Programa, Ana Rita Rocha Souza, diz que as pessoas ainda têm medo de denunciar. “São pessoas da mesma família, então quando pensam em entrar em uma audiência, não denunciam. Preferem proteger”. E Maria José completa. “Mas o número de casos está aumentando, não porque a violência também está, mas porque existe um serviço de denúncia, na cidade. A violência contra os idosos sempre existiu”.

Como violência é crime, o Programa trabalha com a prevenção. “Formamos uma rede para prevenir que os direitos dos idosos sejam violados. Participam dela, o Ministério Público, a Promotoria, a Polícia Militar, uma faculdade de Direito e o Programa de Saúde da Família, entre outros. Todos trabalhamos juntos em torno de um mesmo objetivo”.

Para Maria José, o ideal é que a cidade possuísse uma delegacia do idoso. “Com ela, conseguiríamos cumprir as penalidades de acordo com cada caso. Por enquanto trabalhamos com as demais delegacias da cidade”, ressalta. Os casos de violência contra os idosos podem ser denunciados pelo telefone 156.

Segundo a coordenadora executiva do Programa de Atendimento à Terceira Idade, Maria José Sinhoroto, a maioria dos casos de violação de direitos contra os idosos acontece dentro das próprias famílias. Os números mostram que os agressores são os filhos homens e as vítimas são as mulheres.

“Quando consideramos o tipo de relação, vemos que 52% dos agressores, em 2007, foram os filhos e ao considerarmos o sexo do agressor, os homens ficam na frente, com 46% dos registros. Considerando a vítima, 67% dos casos envolve mulheres e de acordo com a idade, os maiores índices estão entre 71 e 80 anos.

Os tipos de abuso são vários. Entre eles estão agressões psicológicas, negligência, abuso sexual, financeiro e abandono. Além disso, também existem aqueles sofridos no meio social, como no trânsito e maus-tratos no ônibus. No topo da lista de maiores índices de 2007 estão os maus-tratos psicológicos, com 50% dos casos, e o abuso financeiro e econômico. 41%.

São considerados abuso financeiro e econômico, a apropriação do cartão de aposentadoria e não repassar o dinheiro para o idoso e fazer empréstimo em seu nome. “À vezes, ele fica doente por causa disso, porque deixa de comprar alimentação adequada ou algum remédio que seja necessário”, ressalta Maria José.

Já como abuso psicológico entende-se agressão verbal, a forma de se falar, com xingamentos ou gestos agressivos. “Geralmente, o abuso financeiro e o psicológico vêm juntos e estes dois ainda podem ser acompanhados da violência física”, explica ela.

A assistente social do Programa, Ana Rita Rocha Souza, diz que as pessoas ainda têm medo de denunciar. “São pessoas da mesma família, então quando pensam em entrar em uma audiência, não denunciam. Preferem proteger”. E Maria José completa. “Mas o número de casos está aumentando, não porque a violência também está, mas porque existe um serviço de denúncia, na cidade. A violência contra os idosos sempre existiu”.

Como violência é crime, o Programa trabalha com a prevenção. “Formamos uma rede para prevenir que os direitos dos idosos sejam violados. Participam dela, o Ministério Público, a Promotoria, a Polícia Militar, uma faculdade de Direito e o Programa de Saúde da Família, entre outros. Todos trabalhamos juntos em torno de um mesmo objetivo”.

Para Maria José, o ideal é que a cidade possuísse uma delegacia do idoso. “Com ela, conseguiríamos cumprir as penalidades de acordo com cada caso. Por enquanto trabalhamos com as demais delegacias da cidade”, ressalta. Os casos de violência contra os idosos podem ser denunciados pelo telefone 156.

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